quarta-feira, 6 de julho de 2011

Martha e VEJA


querido blog:
esta postagem está na franja entre "economia política" e "escritos". as razões não se fazem óbvias, o que me impede de explicitá-las amplamente. tomaria demasiado espaço (basta explicitar d em E =m x c^2, não é isto?). por que estou tão excitado? como sabemos, também derivando-se da equação de Einstein, leio Zero Hora diariamente, a fim de manter-me up to date com o que ela pensa ser jornalismo. ela, Zero. ela, Martha é uma colunista da p.2 das quartas-feiras, além de incursões pelos demais cadernos associados com artes, cultura e entretenimento. tudo leio, tudo, tudo está em Zero Hora, como ouvi de Hermes Aquino há 20 anos, ou mais. a moça de tanga na praia, deu zebra na loteria...

uma das crônicas de Martha Medeiros de novembro passado intitulou-se "A cabeça dos outros", refletindo sobre quão efêmeras são nossas vidas neste mundo einsteniano e, mais que nele, neste mundo brasileiro da desigualdade, da falta completa de um sistema judiciário decente. ela não disse isto, mas juro que ela associar-se-ia (embora não lhe veja tantas mesóclises) a mim, quando clamo pelo fechamento do poder judiciário e sua substituição por estagiários de faculdades de direito européias, supervisionados pela corte internacional de Haia.

seja como for, ela iniciou a crônica dizendo: "A revista Veja desta semana traz uma reportagem perturbadora sobre os motivos que levam alguém a matar outra pessoa..."


eu sempre disse: quanto pagarias para não ser morto? será que não valeria a pena pagares em mais impostos? em participação comunitária? envolvendo-se na campanha "abrace a política, sufoque um político"? essas coisas? claro que ninguém se defronta com a questão postada desta forma. seja como for II, eu gosto de buscar estes dramas escalafobéticos: que preferes, viver teu curso de vida normal ou pagares mais imposto de renda e teres teu bisneto salvo da ira do bisneto de um atual menino de rua que vai tornar-se um frio assassino? eu prefiro que todos paguem o imposto e criemos a sociedade igualitária. é a única chance dos netinhos...
DdAB
de onde viemos? de velhos arquivos e de abcz.

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