segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Q. I. a Mil

querido blog:
quando a escasssez passar a ser administrada por programas de computador e as regras de distribuição da demanda final passarem a ser decididas democraticamente, então a humanidade vai alcançar suas plenas condições de desenvolvimento. enquanto seres resultantes de um processo evolucionário, não é temerário afirmarmos que, lá por aquele tempo, a humanidade terá gerado mutantes muito in0teressantes (e será que também perversidades inauditas?). a "condição humana" deixará de ser algo sequer a ser preservado em museus. alcançaremos formas superiores. o primeiro desafio, wremenber, será lidar com o começo do fim da estrela Sol da Via Lactea. depois, com a Via Lactea e depois com tudo aquilo que hoje chamamos de universo conhecido.

se hoje um quociente de inteligência extraordinário nem sequer chega a 150, que pensar de um computador pensante que seja treinado para responder aos testes de inteligência? quem faria o teste? talvez outro computador especializado em fazer questões apenas alcançáveis por intelectos (não orgânicos) superiores. a medição é difícil, pois o fenÔmeno é complicado, multifatorial. mas aceitando que teresmos máquinas muito mais inteligentes do que o homem, que esperar delas?

na linha do dr. Silvana e do moderno jovem norueguês, há um clube da baixaria que deverá esbarrar em máquinas guardiãs, que usarão uma racionalidade substantiva, não permitindo que o ideal da libierdade humana (ou dos sucessores) seja conspurcado por associados do clube da baixaria, como é o caso dos políticos brasileiros contemporâneos. e eugenia? claro que vai ter gente que vai lançar-se à produção do "humano puro", uma quimera absurda por definição.
DdAB
imagem: aqui.

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