quinta-feira, 5 de maio de 2016

200 - 2: eu, Marx e o nacionalismo


Querido diário:

No dia 1o. de maio, escrevi no mural do Facebook de Gláucia Campegher:

Eu sou a favor de "substituir o governo dos homens pela administração das coisas". Como tal, não me chocaria a criação de um fundo nacional de desenvolvimento contemplando "tudo o que for possível" (por exemplo, praças públicas ficam de fora, mas a petrobrás e o banco do brasil ficariam dentro). Ao nascer, o brasileiro receberia uma ação deste fundo e não lhe seria permitido vendê-la, mas alugá-la por prazos determinados. E também devemos ter presente que, mesmo no Brasil atual, há muita administração comunitária (nem estado nem mercado), especialmente nas escolas, mas também em outras áreas.
Por outro lado, não sou burro em achar que o governo que está emergindo deste programa de auditório em que se transformou a política no Brasil tem algo a ver com o que escrevi no parágrafo anterior.
Meu slogan de hoje é "quanto mais pobre, mais perde". E acho que isto é uma terrível maldição contra os menos aquinhoados, pois eles aparentemente não apoiavam o impeachment.


De outra parte, chama-me a atenção o tema e o dia: hoje completam-se 198 anos do nascimento de Karl Henrich Marx: 05.05.1818.

DdAB
P.S. em compensação, no dia dos 198 anos de Marx, o supremo tribunal com seu ministro Teori deram um basta ao terror Cunha.

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