sábado, 16 de abril de 2016

Ética como Regra de Equilíbrio


Querido diário:

Entre todas as ações que desencadeio em resposta a recomendações clínicas da dra. Carmen Daudt, destacam-se aquelas associadas à realização de exercícios neuronais. Em minha última consulta, semanas atrás, ela -doutora- falou alguma coisa sobre a ética como regra de equilíbrio, o que me deixou bastante interessado nos desdobramentos do tema.

Não fui adiante com minha pesquisa que, invariavelmente, começaria com a consulta à Enciclopédia de Filosofia de Stanford. E depois, seguiria, altaneira, com uma consulta à profa. Brena Fernandez, que -ela sim- me daria as melhores recomendações bibliográficas.

Claro que minha problematização recortou-se no universo de que entendo algo: ética e egoísmo, vale a pena ser bondoso? E como é que chegamos espontaneamente ao ponto em que nos encontramos?

Parece-me já ter filosofado sobre a relação entre ética e egoísmo: um indivíduo que leva os outros a crerem que ele não é egoísta (ergo é altruísta) terá um payoff em seu jogo-de-vida-inteira maior que os que levam os outros a desacreditarem em sua retidão moral e bondade de caráter.

Não sei o que a dra. Carmen falaria sobre "ética e equilíbrio", mas intuo que uma abordagem interessante seria trocar "ética" por "cooperação" e aí cairíamos naquele mundo de John Maynard Smith, falando na lógica do conflito animal. aquelas coisas.

DdAB

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