segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dicas para o Historiador do Futuro

querido diário:
com alguns séculos de civilização pós-revolução da informática (terceira revolução industrial, segundo algumas franjas da pesquisa na economia da tecnologia) e a quantidade de informação gerada por sete bilhões de pessoas e ainda se estas forem bem armazenadas, então o historiador do futuro devrá desenvolver novas técnicas de pesquisa para poder entender exatamente as coisas que estamos vivendo e não temos a certeza de tê-las - nós mesmos - entendido adequadamente.


parece que comecei a pensar estas coisas ao ler um livro -cujo título não lembro- de autoria de Marilena Chauí e associados. o fato concreto, por exemplo, é que os gregos viveram e muitos deles filosofaram. com isto, eles marcaram -como se tem afiançado- profundamente a civilizaçao ocidental. o que deixa-nos perplexos é que tampouco sabemos se os verdadeiramente maiúsculos filósofos gregos tiveram suas obras destruídas menos de 500 anos antes de sua produção. além disto, quem nos assegura que aquilo que viemos atribuindo aos gregos não foi mesmo produto da Idade Média, ou seja, falsificações perpetradas em mosteiros da Idade Média, à la "O Nome da Rosa".

sempre que começo a pensar nestas coisas, sinto-me compelido a empinar outro copo de cachaça.
DdAB
imagem aqui neste belo site!

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